sexta-feira, 29 de dezembro de 2017

PAPAREIA EM PUNTA!



acabamos de assistir a um maravilhoso por do sol, em uma das sacadas da Casa Pueblo, construída pelo saudoso e multi-artista Miró, em Punta del Este.
Forte abraço à todos os Papareias!
Nilo-Ivone Fiosson 

sábado, 23 de dezembro de 2017

FELIZ NATAL!!!!

Blogger Silvio Freitas Rodrigues disse...
FELIZ NATAL PARA TODOS  FELIZ ANO NOVO  UM GRANDE ABRAÇO EM TODA PAPAREIADA. Silvio Rodrigues
22 de dezembro de 2017 18:01

=====================
 

Desejamos à querida Família Papareia, um Natal muito Feliz, com muita Paz, Amor e Solidariedade.
Que no ano de 2018, tenhamos muita saúde, para continuarmos juntos, nesta linda jornada da vida.

                                                                         Família Fiosson                                                                                                                             Natal                      2017                                                                            







terça-feira, 5 de dezembro de 2017

QUEM TEM MAIS DE 80 ANOS NO AR???



Gostaria que publicasses essa montagem feita pelo Ivo Flores, com duas fotos recolhidas do google. São os veículos que serviram nossa cidade na linha Rio Grande-P.Alegre, nos primórdios desse serviço, a partir de 1944.
Gostaria de depoimentos de pessoas que utilizaram esses veículos para compor um texto que farei para o jornal Agora. O Celio Soares andou na camionete menor, em 1949. Isso é pra quem tem mais de 80 anos né!
Na foto, essa camionete dos primeiros anos da linha RG-PoA está estacionada em frente à farmácia Khautz, na rua Mal. Floriano, é uma Ford da Prefeitura do Rio Grande.
Abraço do willy
=====
 A camionete Ford da Prefeitura de Rio Grande é um modelo 1938-39. Usa placas do sistema antigo, modificado em 1943, com a identificação T = veículo de transporte. Os automóveis levavam a letra P = particular. Por volta de 1946 praticamente todos os veículos haviam se adaptado à nova regra: automóveis particulares com placa amarela e letras pretas, carros de praça, caminhões e ônibus com placa vermelha e letras brancas. Isto sugere que a fotografia foi obtida entre 1944 e 1945.

sábado, 25 de novembro de 2017

ALÔ, ALÔ DR. JAIR!

Caro Jair, apreciei a contagem das horas da viagem rodoviária RG-PoA, desde os primórdios. Pesquisei isso nos jornais de Rio Grande, e recolhi algumas informações. O início das viagens foi feito em camionetes Ford para 8 passageiros e o motorista (o Papareia tem foto do veículo). Elas começaram em 1944, saíam da rua Mal. Floriano, estação dos bondes elétricos (hoje é o Sismurg e o prédio ainda existe). Respondido, portanto, onde foi nossa primeira rodoviária, passando dali +- em 1952 para o Ponto Chic, na 24 de Maio com 19 de Fevereiro. Naquele início, a camionete saía as 5 h da manhã de Rio Grande, seguia para rodovia asfaltada para o Cassino, dobrando no antigo V, dali em diante em estrada de terra, inaugurada em 1938, passando pela Quinta, Petrolini e Povo Novo, chegando à balsa sobre o São Gonçalo, e, finalmente, em Pelotas. Só este trajeto demorava cerca de duas horas. Até Porto Alegre, também nenhum trecho pavimentado e mais duas balsas para ultrapassar: Camaquã e Guaíba. O em PAPAREIA EM 06-SET-2001 [Willy Cesar]

sexta-feira, 24 de novembro de 2017

O DONO DA NOITE

O dono da noite
“A noite não tem donos, nem deve ter mesmo. A noite é de todos os que a aproveitam sadiamente para dançar, conversar, tomar uma bebida, namorar, flertar, se divertir”.
Assim definiu um dos maiores entendedores da noite rio-grandina, o querido José Ivo Souza, o Zé Ivo, de saudosa memória. Ele imperou absoluto em suas 14 casas noturnas, entre as décadas de 1960 e 80, por quase 30 anos “cuidando” das pessoas, trabalhando com sua equipe para elas se divertirem.

Em entrevista a este jornalista, na Rádio Universidade FM, em 1991, ele recordou sobre a boate Quilombo, de 1968: “eu aluguei a casa onde morou a família Duprat, na Marechal Floriano, em frente ao clube Caixeiral (...) Paulo Penna e José Quimarães me ajudaram com a decoração (...) Ali, fiz a primeira vernissage na abertura de uma exposição de quadros com artistas locais (...) Minhas casas, a partir dessa experiência, tinham obras de arte, não eram só dança e bebida, preocupei-me em deixar o ambiente leve com a produção dos artistas, oferecendo espaço para exporem seus trabalhos”.
Foram ao todo 12 casas, uma a cada verão, no Cassino; mais a boate Quilombo, no centro, que foi sucedida no ano seguinte pelo Paredão, mais conhecido como “o bar do Zé Ivo”. Este, na rua Zallony durou mais de 15 anos, um recorde até então para casas deste tipo.
Zé Ivo gostava de dizer que alguns casais confiavam a ele seus filhos jovens, desejosos de frequentar seu bar. Um deles era juiz de Direito na cidade, e tratou do assunto pessoalmente, dizendo-lhe que, qualquer ocorrência fora do padrão, que era para ligar imediatamente, no meio da noite mesmo. Além de cuidar do atendimento aos frequentadores, portaria, caixa, garçons, bebidas etc, o Zé ainda tinha olhos para os jovens com recomendação dos pais, uma loucura!
Neste dia 24, Daiton Melo, um dos colunistas sociais da segunda metade dos anos 1960, estará na cidade para organizar, junto com seus colegas da primeira turma da Medicina, uma festa no Country Clube com o objetivo de homenagear ao Zé Ivo e celebrar a amizade. Ele mesmo conta: “será um encontro com dança e comida de boteco incluídos, onde procuraremos fazer com que a juventude rio-grandina da época (1966 a 1971) também participe. Teremos 70 convites à venda, que estão sob a organização da Gracinha, mulher do Cláudio Engelke”.
Então está feito o convite aos jovens frequentadores das casas do Zé Ivo, uma noite de nostalgia faz bem para relaxar dos agitados dias que vivemos. E homenagear à sua memória ouvindo os hits musicais dos anos dourados.
*Willy Cesar, jornalista e escritor

quinta-feira, 23 de novembro de 2017



Querida Abuelita, era tão bom o chopp, que literalmente caímos dentro do caneco!
 Forte abraço!
 Nilo/Ivone Fiosson

sábado, 18 de novembro de 2017

PAPAREIA abandonado...



Texto de Flavio Gomes, jornalista, autor de um blog
O problema é que a audiência do blog, e desconfio que de blogs em geral, tem caído muito. Incrível. É uma ferramenta — ou plataforma, como queiram — até recente.
Os blogs têm o quê? Pouco mais de dez anos? Este aqui faz 12 daqui a menos de um mês, dia 5 de dezembro. Eles surgiram como alternativa à mídia tradicional, golpeada pela velocidade da internet. Ótima ferramenta, diga-se: sem limitações físicas como as impostas pelo preço do papel e pelo tamanho das páginas de jornais e revistas, com possibilidades múltiplas — publicação de fotos, animações, ilustrações, áudios, vídeos — e, sobretudo, espaço para que nós, jornalistas (e quem mais quisesse) pudéssemos escrever sem preocupação com espaço e com liberdade editorial.

O problema é que os blogs foram atropelados, nos últimos cinco anos, pelas redes sociais. As pessoas, hoje, leem aquilo que chega a elas por uma lógica ditada pelos algoritmos do Facebook, do Twitter e do Instagram, e pelos grupos de WhatsApp. Não procuram mais nada. Ler um blog dá um “enorme” trabalho, nessa nova realidade: é preciso lembrar dele e acessá-lo com frequência. As redes, por sua vez, entregam tudo em domicílio, sem demandar esforço algum. O sujeito pega seu telefone e as coisas começam a aparecer sem que o usuário precise… pensar.

terça-feira, 17 de outubro de 2017

PAPAREIA EM TODAS!



Mmélia, acabou a Festa. Estamos voltando hoje de Santa Cruz, onde fomos mais uma vez prestigiar a Oktoberfest. Foram 12 dias de muita alegria, culinária formidável, regada a muito chop e cucas! Pena que não consegui encontrar nenhum Papareia por lá.
 Um forte abraço, extensivo à Dona Matri, Dona Elsa com S, Abuelita, Magrowski, Sardá e a todos os Papareias eventualmente presentes e frestiadores.

Nilo/Ivone Fiosson